ApresInstitucional



A Ideal atua em todas as áreas técnicas. Realiza estudos, investigações, planos e projetos na área de arquitetura, urbanismo e engenharia, viabilizando sua aprovação e licenciamento com eficiência. As atividades voltadas à Regularização, iniciadas após modernização da legislação, em 2007, completam o quadro de atividades técnicas.

Construir, habitar, pensar... evolução da arquitetura

Casa de Vidro. 1949, Arquiteto Philip Johnson [BOTTON, Alain de.
The architecture of happiness.Phanteon books, New York, USA. p. 19]


Na sua obra, Arquitetura da felicidade, Alain de Botton trabalha a arquitetura sob o ponto de vista da filosofia e da subjetividade, dando ênfase aos sentimentos trazidos da relação do homem com o objeto construído.
Segundo Heidegger em seu texto “Construir, habitar, pensar”(In: Ensaios e conferências. Tradução Márcia Sá Cavalcante Schuback. 2ª edição. Petrópolis, Vozes, 2002) o construir-habitar faz diretamente parte do Ser-homem, a arquitetura modifica o modo como o homem vive e como ele se vê.
Partindo de uma premissa similar, De Botton se aprofunda no como a edificação modifica o Ser-homem, começando por trazer material relativo à felicidade em si e sobre a relação do homem com o espaço construído, convidando o leitor a analisar a si próprio, o espaço que vive e o espaço que constrói.


Arquitetura e Poesia

DELETRANDO: DAS HABITAÇÕES...

Escuto a Natureza e ao homem com assombro, e copio o que me ensinam
sem pedantismo 
e sem dar às coisas um sentido que não sei se elas têm.


"A criação poética é um mistério indecifrável, como o mistério do nascimento do homem.
Se ouvem vozes não se sabe de onde e é inútil preocupar-se de onde elas vêm...



...
Federico Garcia Lorca

Leia.


Código Florestal. E agora?


Incertezas no licenciamento paralisam as atividades que dependem da redação do novo Código Florestal. Investidores e empreendedores  contabilizam prejuízos com revisão de projetos e atendimento à novas exigências técnicas.

Aguardado ansiosamente pelo púbico, profissionais liberais, ambientalistas, ruralistas e outras centenas de profissionais da área, o Código Florestal recebe 12 vetos e 32 modificações. Já se deixa entrever a possibilidade de quebrar o veto presidencial e fazer valer a competência da Câmara para tratar desse assunto democraticamente. 
Enquanto isso, nada muda. Processos administrativos empoeiram dentro das gavetas, aguardando as diretrizes que tornem sua avaliação eficaz. Empreendedores, sejam da indústria agropecuária, sejam da construção civil ou serviços,  esperam, por meses a fio, o resultado de um processo em cuja ponta está a viabilidade de investimentos passados ou a decisão sobre empreendimentos futuros.
O mundo para. Esperando de novo.